sábado, 6 de dezembro de 2008

Bom dia! O guia da folha elege em dezembro os 'Melhores de 2008'. Os melhores filmes do cinema nacional e internacional, os melhores shows, as melhores peças de teatro e até melhores lugares pra se tomar um cafézinho. Postei os que eu achei interessantes e votei na sessão de cinema e vou postar quais foram meus votos.

Cinema
  • Filme nacional > votei no 'Meu nome não é Johnny' porque infelizmente foi um dos poucos nacionais que assisti esse ano.
  • Filme internacional > votei em Paranoid Park, do Gus Van Sant, porque assisti e achei um filmaço, a idéia é muito boa e eles com certeza fizeram muito com pouco.
  • Blockbuster de 2008 > Batman, o cavaleiro das trevas. Pelo lançamento adiado por motivos de morte do protagonista, pelo desenvolvimento dark da obra, e por ser muito bem feito mesmo, provavelmente os mesmos motivos que os outros 47% de votos.
Teatro Shows Noite
Outros 'melhores de 2008' podem ser conferidos em: http://guia.uol.com.br/especial/2008/melhoresdoano/secoes.shtml

Longa-metragem de Woody Allen no Rio?

Um sonho possível

Longe de NY | Allen: Rio de Janeiro, depois de Londres e Barcelona
(Foto: Gustau Nacarino/Reuters)


Nos últimos anos, Woody Allen foi obrigado a deixar sua Nova York um pouco de lado (por dificuldade de financiamento para os seus filmes) e foi dirigir em Paris, Londres e Barcelona. Agora, a próxima parada pode ser o Rio de Janeiro. Há três meses, o publicitário Claudio Loureiro, da Heads, propôs ao agente de Allen, Stephen Tenenbaum, bancar um filme do diretor usando o Rio como cenário. Loureiro repetiu o que foi feito pela prefeitura de Barcelona, que patrocinou Vicky Cristina Barcelona para promover a cidade. Qual o objetivo de Loureiro? Vender a imagem do Brasil no exterior a um custo baixo - uns 7 milhões de dólares. Na semana passada, Tenenbaum deu uma resposta positiva. Disse que Allen tem agenda aberta em 2010. As negociações continuam.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

My heart will do something on



Que loira! Eu afundava 2 Titanics pra ver a Kate Winslet ficar molhadinha Ahhahah.

Usando um vestido decotado, Kate Winslet foi a atração principal da pré-estréia do filme The Reader, nesta quarta-feira, em Nova York, EUA. A atriz é protagonista do longa-metragem de suspense.

O filme conta a história de Michael Burk (Ralph Fiennes e David Kross), um estudante de direito que se relaciona com uma mulher mais velha, Hanna Schmitz (Kate Winslet), logo após a Segunda Grande Guerra. Décadas depois ele a reencontra e serve de testemunha em um julgamento de crime de guerra, no qual ela é a acusada.

Cineasta de "Be kind, Rewind" despreza Hollywood

Fonte: Blog do Repique

Michel Gondry afirma ter desprezo por Hollywood





Por Fergs Heinzelmann

Até mesmo quem não é fã de cinema independente conhece a assinatura do diretor Michel Gondry: seu trabalho sempre marcado pela mistura de sonho e realidade, utilização de técnicas bem artesanais de direção de arte e cenário.

Em entrevista coletiva na última sexta, o cineasta falou sobre seu mais recente filme, "Rebobine por favor", que entra em cartaz no dia 12 de dezembro e conversou com a imprensa sobre cinema, videoclipes e projetos futuros. O Repique esteve presente e comenta as melhores partes dessa coletiva:

Hollywood
Questionado sobre a possibilidade de dirigir um filme para a grande indústria americana, ele disse que tem uma espécie de desprezo por esta indústria. Em sua opinião, o excesso de efeitos especiais, robotiza os atores, no caso do cromaqui, por exemplo, em que o ator atua num fundo azul, sem saber o que estará ao seu redor no cenário posteriormente. Também afirmou que recebeu muitos roteiros de diferentes produções, querendo utilizar o seu nome apenas pelo "cool" que isso agregaria à produção. Este é um dos motivos pelos quais ele prefere continuar encabeçando filmes e produções independentes, que além da liberdade de criação, o permitem mostrar as pessoas de uma outra forma, que não seja a fórmula hollywoodiana, que segundo ele, mostram os ricos como inteligentes e os pobres como burros.

Mercado publicitário
Perguntado sobre sua opinião quanto ao mercado publicitário, que em algumas oportunidades já aproveitou-se de técnicas e até mesmo de uma estética desenvolvida por ele para vender produtos, ele respondeu que diferencia a influência e estimulação, e que fica contente em saber que seu trabalho estimula o trabalho de outros, mas acha que muitas vezes, em especial na publicidade, estes conceitos se confundem e as idéias acabam sendo copiadas, sem nenhuma originalidade e consequentemente sem nenhum valor. Ele afirmou já ter aceitado dirigir campanhas publicitárias por precisar do dinheiro, mas que isso lhe causou alguns conflitos éticos.

Novos projetos
Entre seus novos projetos estão, não necessariamente nesta ordem de lançamento, um roteiro pronto para um novo longa, uma adaptação de uma história de quadrinhos para o cinema, em parceria com seu filho e com o roteirista Dan Clowes (Ghost World) e um filme baseado nos relatos e conversas de adolescentes num ônibus escolar do Bronx, em Nova Iorque. Esse trabalho diretamente com a comunidade é justamente o que Gondry está divulgando no momento, e foi o ponto de partida para a construção do roteiro de "Rebobine, por favor". O cineasta contou que o conceito surgiu há mais ou menos 25 anos atrás, quando muitas salas de cinema na França fecharam suas portas, por concorrência com as grandes redes, e que ele imaginou que seria interessante se as pessoas do próprio bairro pudessem criar suas próprias produções, para que estas fossem exibidas nestas salas de cinema – à semelhança do que Jack Black, protagonista de "Rebobine, por favor", propõe às pessoas da comunidade no filme.

Exposição no MIS
Segundo Gondry, o objetivo deste trabalho não é revelar novos talentos, ou menos ainda ensinar como se fazer cinema, mas sim gerar estimulo a produção, mesmo que caseira de filmes. Algo semelhante com o que ele afirma ser seu processo criativo: uma idéia abstrata, que não necessariamente está de acordo com o que as pessoas julgam ser de bom senso, que vai contra o convencional e que justamente por isso o estimula.







- Os interessados em participar dos workshops podem se inscrever através do site: www.rebobineporfavorexposicao.com.br
- Já o livro sobre a exposição e o trabalho de Michel Gondry, pode ser adquirido no lançamento e sessão e autógrafos do mesmo, nesta segunda-feira, no Restaurante Paris 6 (Rua Haddock Lobo, 1240), das 11 às 13h. No site do cineasta maiores informações sobre ele podem ser obtidas: www.michelgondry.com/

Colaborou Fergs Heinzelmann, que também assina o blog: www.fergolina.wordpress.com

Download - Chinese Democracy

Fonte: Filewarez.tv Cŕeditos: DJ RONALD

Capa / Pôster



Componentes da Banda
Axl Rose - Voz
Robin Finck - Guitarra solista
Richard Fortus - Guitarra rítmica
Ron Bumblefoot Thal - Guitarra rítmica
Tommy Stinson - Bacho
Frank Ferrer - Bateria
Dizzy Reed - Teclados
Chris Pitman - Teclados e efeitos de sons
Músicas
01. Chinese Democracy
02. Shackler's Revenge
03. Better
04. Street Of Dreams
05. If The World
06. There Was A Time
07. Catcher In The Rye
08. Scraped
09. Riad N' The Bedouins
10. Sorry
11. I.R.S
12. Madagascar
13. This I Love
14. Prostitute

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Vai um cházinho?


Esses são OS caras! Slash e Ozzy Osbourne, dois mitos, duas lendas do hard rock. E claro, uma empregada gostosa.

Chinese Democracy

Acho que as opniões em relação ao Chinese Democracy são 8 ou 80. Os que gostam do bom e velho Guns n' Roses com os solos fudidos do Slash e o baixo demoníaco do sr. Duff Mckagan jogam pedras no novo álbum assinado por Axl Rose e sua trupe de artistas contratados.

Esperado durante 14 anos, tudo o que eu posso dizer do Chinese Democracy é o mesmo que todo mundo: o álbum tem muitos efeitos, é bem produzido sim, mas não é recheado de hits. Talvez "Madagascar" e "Better" sejam realmente os melhores singles do disco.

Antes de ouvir o Chinese fiz questão de ouvir o Appetite for Destruction, talvez por efeito de comparação, ou simples vontade de ouvir um Guns enquanto baixava o novo cd. Assim que mudei o som para o projeto solo do Axl a primeira impressão que tive foi das piores. A faixa título do álbum é fraca e cheia de efeitos desnecessários, enfim, odiei a primeira canção e já estava chingando o disco. Foi aí, que começou "Better" e minha opnião equilibrou, assim como aconteceu com o resto do cd. É obrigação de todo gunner ouvir essa tão aguardada empreitada do sr. W. Axl Rose.

Acredito que ouvindo o disco mais vezes irei gostar de outras músicas, porque geralmente é assim que acontecem com novos cds. Assim como eu aconteceu com o cd do Coldplay a medida que fui escutando.

A que eu mais gostei:

Better

Guns N' Roses

Composição: Axl Rose / Robin Finck

No one ever told me when I was alone
They just thought I'd know better, better
No one ever told me when I was alone
They just thought I'd know better, better

The hardest part this troubled heart has never yet been through now
We've healed the scars that got their start inside someone like you now
Well had I known or I'd been shown back when I longed you'd take me
To break the charge that brought me home and all that won't erase me

I never would know that I could
No matter what you'd pay me
Replay the part, you stole my heart
I should have known you're crazy

If all I knew was that with you
I'd want someone to save me
It'd be enough, but just my luck
I fell in love and baby all that I wanted was

Now I know you better
You know I'd know better,
Now I know you better

So bittersweet, this tragedy won't ask for absolution
This melody inside of me still searches for solution
A twist of fate, a change of heart
Kills my infatuation
Of a broken heart
To provide the spark for my determination

No one ever told me when I was alone
They just thought I'd know better, better
Ooh, no one ever told me when I was alone
They just thought I'd know better, better

All that I wanted was
I know you know you know better
You know I know you know better
Now you know me better

(Guitar Solo)

I never wanted you to be so full of anger,
I never wanted you to be somebody else
I never wanted you to be someone afraid to know themselves
I only wanted you to see things for yourself

All that I wanted was
Now I know you better
Now we all know better
All that I wanted was

(Guitar Solo)

If I were you
I'd manage to abhor the invitation
Of promised love that can't keep up
with your adoration
Just use your head and in the end
You'll find your inspiration,
To choose your steps, I won't regret
This kind of aggravation

No one ever told me when I was alone
They just thought I'd know better, better
No one ever told me when I was alone
They just thought I'd know better, better